Dez manifestantes protestaram em frente ao Supremo Tribunal Federal, na sexta-feira (24/4), contra a atuação do ministro Gilmar Mendes na presidência da Corte. Usando chapéus de cangaceiro, eles estenderam faixas com os dizeres “Miss Capanga” e “Gilmar Dantas [em alusão ao banqueiro Daniel Dantas], as ruas não têm medo de seus capangas”. As informações são da Agência Brasil.
O objetivo, segundo eles, era que o presidente do Supremo saísse às ruas, como sugeriu o ministro Joaquim Barbosa em discussão com Gilmar Mendes nesta semana.

Os manifestantes chegaram a tentar colocar um chapéu de cangaceiro na cabeça da estátua da Justiça, mas foram impedidos por seguranças do Supremo. "Queremos chamar a atenção para a fala de que ele [Gilmar Mendes] está desmoralizando o Judiciário brasileiro. Não é uma fala isolada, mas que encontra ressonância em boa parte da sociedade brasileira", afirmou o professor de Ciências Políticas João Francisco, que coordenou o protesto em frente ao STF. Ele anunciou que mil adesivos de carro serão distribuídos, em Brasília, com a seguinta frase: "Gilmar Dantas, saia às ruas e não volte ao STF".
Os ex-estudantes prometem uma manifestação nacional no dia 6 de maio, em frente ao STF, para apoiar o ministro Joaquim Barbosa. O ministro, depois da discussão com Gilmar Mendes, passeou pelas ruas do Rio de Janeiro e foi cumprimentado pelas pessoas, de acordo com o colunista Lauro Jardim, da revista Veja. “Ao final da refeição, de sua mesa até a porta, teve que parar em todas mesas por que passou: os comensais levantavam-se estendiam-lhe as mãos e mandavam um ‘parabéns’ ou um ‘muito bem, ministro’”, disse o jornalista. Ele informa que Barbosa almoçou no tradicional Bar Luiz, restaurante no centro do Rio de Janeiro, fundado em 1887.
Barbosa estava acompanhado de três amigos, tomou dois chopes e comeu filé bem passado com salada de batatas. Lauro Jardim, em seu blog, conta que ele caminhou pela Rua da Carioca e tomou um café “de pé”.
“Por volta das 14h50, quando seguiu para entrar no carro oficial na esquina da Avenida Rio Branco, formou-se um pequeno tumulto: várias pessoas o pararam. Novas saudações e sessões de fotos feitas pelos celulares dos admiradores. Por pelo menos cinco minutos, Joaquim Barbosa foi cercado e parabenizado. Agradecia a todos com um sorriso, um aperto de mãos e um ‘obrigado’”.

Que coisa feia fessô João Francisco, levando alunos (meia dúzia de gatos pingados) para o mal caminho!
Se bem entendi, Joaquim Barbosa estava de licença quando do tal julgamento e, agora, quer discutir matéria julgada. É isto ? Bem se disse que sua nomeação para o STF fazia parte da "quota". Começo a acreditar !
acdinamarco@aasp.org.br
JOAQUIM BARBOSA ESTAVA COM CARRO OFICIAL, NO RIO DE JANEIRO, EM ALMOÇO REGADO A CHOPES E, DEPOIS, O PASSEIO À PÉ ? Que dia da semana era ? PODE ???
acdinamarco@aasp.org.br
(CONTINUAÇÃO)...
O Ministro Gilmar Mendes, por seus atos, nunca pretendeu ser herói ou salvador da pátria. Apenas cumpre o seu papel, seja como magistrado, seja como Presidente do Supremo Tribunal Federal. Julga conforme sua consciência compreende a lei, isto é, tecnicamente, e atua conforme o que entende ser o melhor para a instituição que representa. Em ambas essas atividades tem-se desincumbido com inigualável proficiência.
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(a) Sérgio Niemeyer
Advogado – Mestre em Direito e doutorando pela USP – Professor de Direito – Palestrante – Parecerista – sergioniemeyer@adv.oabsp.org.br
(CONTINUAÇÃO)... A polarização que imprimem só traz prejuízo para a Nação, para os indivíduos, pois visa ao enfraquecimento, se não o aniquilamento, das defesas de que podemo-nos utilizar para enfrentar os abusos perpetrados pelos agentes que representam o Estado e se escudam no discurso de que seus atos se legitimam na consecução do bem geral ou do interesse público, falácia que sempre entorpeceu as massas, discurso utilizado por Lenin, Stalin, Hitler, Mussolini, General Franco, Fidel Castro, Hugo Chaves etc., que em nome do povo atropelaram os direitos humanos e as garantias fundamentais dos indivíduos.
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Rico ou pobre, branco ou negro, não se pode fundar nessas características de alguém as razões de uma condenação penal. Aliás, de qualquer juízo. Aceitar isso representa a derrocada do direito e de toda luta por liberdade.
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Por fim, é lamentável essa visão distorcida da realidade, que enxerga o tirano como herói e o herói como vilão. Mostra, porém, o quanto o povo brasileiro é ainda imaturo e dependente de salvadores da pátria, sem conseguir entender que a democracia é o único sistema que permite àqueles que pretendem destruí-la possam manifestar esse seu interesse sob toda forma de disfarce enganador, enquanto as tiranias, como Cuba, eliminam os que a criticam por considerá-los inimigos a ameaçar a sua hegemonia.
(CONTINUA)...
(CONTINUAÇÃO)... De qualquer sorte, os que aceitam participar do BBB, sujeitando-se a esses juízos públicos, mesmo sem o saber, têm muito pouco apreço por sua própria liberdade, sua intimidade, sua honra. Trocam-na pela perspectiva de ganhar dinheiro. Se isso não constitui um desvio moral, então é necessário reformular o conceito de moral. E como esperar observância da ética de quem possui moral tão enfraquecida? Não dá.
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Toda a rejeição contra o Ministro Gilmar Mendes decorre do fato de ele ter concedido dois habeas corpus para soltar o banqueiro Daniel Dantas. Não fosse ele, teria sido outro. O resultado da opinião pública não mudaria. Apenas teria outro alvo.
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O que o povo não sabe, e não tem capacidade para compreender é que tais decisões foram técnicas e constituem um alento para os contrafortes que a Constituição Federal coloca à disposição do indivíduo para possa defender-se contra os abusos do Estado ou da coletividade. Tanto isso é verdadeiro que aquelas decisões, proferidas em caráter provisório, foram ratificadas pelos Ministros do Supremo Tribunal Federal. O relator do habeas corpus, Ministro Eros Grau, proferiu voto histórico em que criticou duramente a atitude dos juízes de primeira instância que atuaram no caso (Fausto De Sanctis e Hélio Egydio de Matos Nogueira). O resultado do julgamento está disponível no “site” do STF para quem quiser ler. Basta estar imbuído de honestidade intelectual para fazer isso antes de dar qualquer opinião.
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No entanto, ninguém menciona esse fato. Os que pretendem desestabilizar o Judiciário, atacando-o covardemente, ocultam do povo os fatos preponderantes e ficam com aqueles atos provisórios, que poderiam ter sido revistos, mas foram mantidos porque acertados. (CONTINUAL)...
(CONTINUAÇÃO)... Em alguns momentos estes usaram o povo como escudo ou como executor de suas ideias, fazendo-o crer ser apenas seu representante. Doce ilusão histórica e patética.
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O mesmo povo que condenou Sócrates em um julgamento público é o povo que aplaude a irascibilidade do Ministro Joaquim Barbosa. Deviam ler Platão, se tivessem discernimento para compreender-lhe as ideias, deduzidas há mais de 2500 anos.
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Juiz que sai na rua para ser ovacionado pela massa burra e imbecil, não é juiz. É carrasco. No fundo busca legitimar suas decisões não no “corpus legis” existente, mas na satisfação “sanguinária” de um povo recalcado ávido por vingança, menos do que por justiça. É como deixar que as pessoas fossem julgadas por certos âncoras ou apresentadores de programas de televisão que exploram essa avidez com sensacionalismo de quinta categoria.
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Aos que desejarem um prova disso, basta pensar que se os duelos de vida ou morte fossem reinstituídos como meio legítimo para lavar a honra ofendida, tornar-se-iam os espetáculos mais concorridos e lucrativos. Ou então, para não ter de incorrer no esforço da abstração indutiva, basta verificar a audiência do BBB global para ter essa certeza. Um programa que banaliza a intimidade, a fofoca, o imiscuir-se na vida alheia, a possibilidade não só de opinar sobre a vida de outrem, mas também, o que é ainda pior, de julgar o semelhante, pois, afinal, os eliminados são aqueles que desagradam a opinião pública participativa. Que critérios são empregados nesses “julgamentos” pelo povo que vota nesse ou naquele que está no “paredão” (essa palavra lembra Cuba de Fidel Castro: “el paredón”, onde se fuzilavam as pessoas consideradas inimigas do regime, logo, inimigas do povo cubano)? (CONTINUA)...
Desmoralizar o Judiciário é o desejo de todo aquele que pretende implantar uma tirania de forma velada, camuflando seu anelo em um discurso populista, pois é mais difícil cooptar o povo para engrossar o cordão dos tiranos de ocasião do que convencer os membros do Poder Judiciário de cúpula, dada à independência e vitaliciedade do cargo e da investidura em poder de mando final.
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Cangaceiros são esses que se manifestam entorpecidos pelo discurso imbecil de uma “esquerda” maniqueísta anacrônica e ultrapassada que em tudo estabelece a polarização que opõe ricos e pobres.
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Pobres dos espíritos que submergem nessa ilusão, vestem antolhos, e são incapazes de perceber a realidade. Fossem deixados a julgar, não restaria pedra sobre pedra. Rapidamente conduziriam a sociedade ao caos total.
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Só aplaude a atitude irascível do Ministro Joaquim Barbosa quem nele se espelha. Isto é, quem é tão colérico e radical quanto ele. O radicalismo não combina com a atividade judicante. Esta exige, ao contrário, um conjunto de virtudes como a parcimônia, temperança, indulgência, tolerância, diplomacia, recato, etc.
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Impressiona como o povo é rude e ignorante. Mesmo alguns que possuem posição privilegiada e tiveram acesso a uma educação despontada, parece não conhecerem a História da humanidade, e formam opiniões sem nenhum conhecimento de causa, simplesmente se deixando levar pelo discurso emotivo e manipulador, dando azo à antítese de toda a racionalidade e à negação do traço mais significativo que caracteriza a espécie humana.
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Infelizmente, sempre foi assim. O povo não pensa. É conduzido. Toda guinada que se verifica na História jamais se deveu a atos do povo, senão a um ou a uns poucos homens. (CONTINUA)...
O PODRE PODER JUDICIARIO É O VERDADEIRO TIRANO, AFIRMO COM MUITA TRISTEZA NO CORAÇÃO, E PIOR, SEM SABER OPINAR PARA OS CAMINHOS DA SOLUÇÃO...
Toda e qualquer desgraça Nacional emana do Poder Judiciário; se o prefeito cria pedágio em AVENIDA, não cuida dos hospitais, escolas, idosos, salubridade, moradia, impostos e tributos, só um juiz tem poderes para obrigá-lo a cuidar na forma da lei e ou com lisura e legalidade, se um policial é corrupto, se um político é ladrão, se uma autoridade prevarica, enfim, tudo numa democracia depende deste poder judiciário. Ninguém tem bola de cristal para adivinhar que o candidato mente em suas promessas, mas o judiciário tem poderes para proibi-lo de se candidatar. Depois de eleito, só o judiciário pode intervir e fazer com que se cumpra à Constituição. Reformas constitucionais, alteração de legislação, atos e contratos, licitações, etc., só o judiciário tem poderes para intervir. Nesse caso a miséria nacional se deve aos JUIZES, DESEMBARGADORES, PROMOTORES E PROCURADORES, coniventes com o esquema.
O perigoso elo da ilegitimidade passou a existir do momento em que na célula social ninguém protege ou é protegido constitucionalmente. Não há poder de policia embora haja na policia interesse, não há poder judiciário pela mesma maneira, não há escolas, não há hospitais, não há consciência cívica ou patriotismo, não há estrutura familiar, não há valores definidos, não há recuperação aos desajustados, não há dignidade, não há respeito ao próximo, não há capacidade do estado em formar os jovens para o futuro, não há fiscalização popular digna e honesta, não há imprensa que não manipule a verdade em prol dos seus interesses, não há a declaração da verdade, não há ética ou moral que se sustente nesta nação.
A maior manifestação de tirania e covardia desse PODRE PODER JUDICIARIO, se manifesta quando visualisamos os direitos sociais pela quantidade de maifestantes, por exemplo quando utilizamos aquele jargão acalentado pelas autoridades em suas sentenças - ESSA LEI NÃO PEGOU - ou então quando um JUIZ se maifesta que ejm faor da maioria, quando na verdade a obediencia a LEI nã depende de maioria. Quando o Judicario entende que o silencio da maioria reforma os direitos e a lei deuma só pessoa que por ventura se encontre na legalidade: Por tudo isso, por todas essa formas covarde dos togados é que afirmo sem medo de errar, o ATUAL JUDICIARIO ALEM DE PODRE É O PIOR TIRANO DESSE ESTADO DEMOCRATICO SEM DIREITOS...
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