[Editorial publicado no jornal O Estado de S.Paulo, desta quinta-feira, 21 de fevereiro].
O presidente Lula pode ser perdoado por não saber, talvez, o que são liberdades negativas. Cunhada por um dos mais notáveis filósofos políticos do século 20, Isaiah Berlin (1909-1997), a expressão designa, entre outras, a liberdade de não sofrer abusos ou de não ser intimidado. Nas sociedades abertas, elas fazem par com as liberdades positivas, a começar daquela da qual dependem todas as demais — a liberdade de expressão.
Já o que não se pode perdoar a Lula é a sua solidariedade, acondicionada em transparente hipocrisia, aos atos intimidatórios desencadeados contra a Folha de S.Paulo e outros jornais pela Igreja Universal do Reino de Deus, ou, nominalmente, pelos seguidores do notório fundador da seita, o autoconsagrado bispo Edir Macedo. Para a Associação Brasileira de Imprensa (ABI), trata-se de uma campanha coercitiva sem precedentes no país.
A pretexto de serem ressarcidos por alegados prejuízos morais — demandando valores suspeitamente modestos, não superiores a R$ 10 mil —, “pastores e fiéis”, como que em iniciativas distintas, mas com textos praticamente idênticos, pediram a abertura de 56 ações em 56 municípios espalhados pelo país. A orquestração foi caracterizada pela Associação Nacional de Jornais (ANJ) como ‘uma iniciativa capciosamente grosseira e que afronta o Poder Judiciário, já que pretende usá-lo com interesses não declarados’. Não por outro motivo, dois dos cinco juízes que até agora se manifestaram sobre as petições, todos se recusando a acolhê-las, condenaram os seus autores por litigância de má-fé. Foi essa a ‘estréia’ da represália do ‘bispo’ Macedo, por interpostas pessoas, a uma reportagem da jornalista Elvira Lobato, publicada em 15 de dezembro na Folha, sobre o seu ‘império empresarial’.
Direta ou indiretamente, apontava a reportagem, ele é o maior detentor de concessões na mídia eletrônica brasileira — são 23 emissoras de TV, entre elas a geradora da Rede Record, e 40 de rádio. A elas se somam 19 outras empresas diversas. A extensão financeira do conglomerado, registrada no paraíso fiscal de Jersey, no Canal da Mancha, serviria para esquentar os dízimos recebidos pela Universal. Se a igreja e o seu fantasticamente bem-sucedido CEO pedissem a abertura de processo contra o jornal e a jornalista, no foro apropriado, seria um caso legítimo de quid pro quo. Nessa hipótese, o presidente Lula estaria certo ao dizer que ‘a liberdade de imprensa pressupõe isso’. Mas ele sabe que a liberdade de imprensa não pressupõe que a parte atingida responda com ações simultâneas em 20 Estados. ‘Isso’ é uma tentativa torpe de amordaçar os meios de comunicação sob a capa de uma busca legítima de reparação pela via judicial.
Ora — mais uma vez a pergunta se impõe —, a quem o presidente pensa que engana? Ele e Edir Macedo são aliados que confraternizam ostensivamente. O braço político da Universal, o PRB, faz parte da coalizão lulista. A ele é filiado o vice José Alencar. E por aí se chega à essência da questão. A ameaça de fundo à liberdade de imprensa — e à democracia que, segundo Lula, a avalanche de ações retaliatórias ‘vai consolidando no Brasil’ — reside na apropriação de um bem público, o espaço por onde trafegam os sinais de rádio e TV, por emissoras confessionais a serviço do interesse político de seus controladores. A concentração de poderes midiáticos em mãos de supostos salvadores de almas — que, de resto, se comportam como adeptos de Mammon, o deus pagão do dinheiro — não é menos nociva do que o chamado coronelismo eletrônico das oligarquias políticas regionais.
Onde a separação entre Estado e Igreja é um princípio inerente à ordem constitucional, como é o caso do Brasil, governo algum tem o direito de prestigiar um grupo político indissociável de uma entidade religiosa. Mas é o que faz, sem tirar nem pôr, o governo atual. É de pasmar a indiferença, ou a cumplicidade, do presidente da República com os golpes desferidos contra órgãos de mídia para lhes causar transtornos tais que possam induzi-los no futuro a hesitar a expor, a bem do interesse da sociedade, a face oculta de figuras e organizações que se nutrem da (ingênua) confiança popular. O lulismo já demonstrou antes que não é bem um baluarte da liberdade de imprensa. Agora, Lula foi além das tamancas.

Puro "corporativismo" e "paúra" de vêr a "àgua chegar próximo da boca" dos "grandes, ainda que concorrentes ! ! !
O Presidente, publicamente, já deu a sua opinião :
"quem fala o que quer , ouve o que não quer " ! ! !
Assim também, o Presidente, salientou que o cidadão ofendido pela imprensa, tem todo o direito de apelar à Justiça ! ! !
Por outro lado, a imprensa que submeta a sua "IMPUNIDADE" e o direito de ofender o cidadão, perante um "Plebiscito", para vêr o que acontece ! ! !
Puro "corporativismo" e "paúra" de vêr a "àgua chegar próximo da boca" dos "grandes, ainda que concorrentes ! ! !
O Presidente, publicamente, já deu a sua opinião :
"quem fala o que quer , ouve o que não quer " ! ! !
Assim também, o Presidente, salientou que o cidadão ofendido pela imprensa, tem todo o direito de apelar à Justiça ! ! !
Por outro lado, a imprensa que submeta a sua "IMPUNIDADE" e o direito de ofender o cidadão, perante um "Plebiscito", para vêr o que acontece ! ! !
Neste "plebiscito" que seja perguntado ao cidadão se ele aceita, CONTINUAR a sustentar a imprensa, com o "suor do seu rosto" ! ! !
Ao presidente da republica ( totalmente leigo em materia de Direito) o que interessa são votos em epoca de eleição; nada mais !
Acima do desejo do Estadão e da mídia da unanimidade, está a supremacia da Constituição Federal que, no capítulo das garantias, assegura o direito certo de acessar a jurisdição. Noves fora, o Estadão tem o direito de "espernear", mas que se conteste as ações nos processos, inclusive com a possibilidade de inépcia ou litigância de má-fé. No mais, seria tentativa de obstar a justiça.
Complementando: também, acho um abuso estafetas da Veja acessarem o judiciário para obstar o jornalista Nassif, tentando intimidá-lo. Mas, é um direito certo da revistona direitosa.
Ahhh é !!!??? então o presidente tem que sair em defesa dos criadores de crises !!!???? Sinceramente....como dizia minha avó...."quem não deve não teme"..... se a folha só falou verdades da igreja...é simples...vão ganhar todas as ações..... mas pelo jeito que estão reclamando....foram somente calunias infundadas( ou calunias baseadas nas opiniões de alguns trouxas que acham que são os donos da verdade). Não dá para escrever aqui...pois acho que deve ter algum controle de palavrão....mas acho que folha e outros...devem mesmo " siiiii......fuuuuuu*********errr".
Agora o Presidente tem que intervir?
Esses jornais com interesses escusos vão ter de se explicar!
São os barões da mídia "versus" o neo-barão. Mesquitas, Frias e Marinhos incomodados com o recém mal-vindo à elite.
Ele e o "presidente", que não e doutor, mais com a pessima qualidade de politicos, salvo exceções, o povão não esta nem aih que fale, principalmente os esquecidos de outros governos.
Será que eu entendi bem?? O nobre jornalista do Estadão quer que o presidente Lula saía em defesa da imprensa?? Espere sentado companheiro!!. Vocês, jornalistas facciosos, não demontram o mínimo de escrúpulos e de imparcialidade na hora de execrar as pessoas. Denunciar é legítimo, mas desde que seja com responsabilidade e com isenção, atributos que a imprensa tupiniquim não conhece. A tentativa da imprensa brasileira (Estadão, Folha, Rede Globo, Veja, etc...) de dar o golpe de Estado em 2003 está atravessada na garganta do presidente torneiro mecânico. Por isso, se procuram um paladino, é melhor não contar com o Lula.
Através deste texto podemos perceber claramente que a imprensa brasileira está há muito tempo no nível da bestialidade e não consegue sair. Presidente da República nenhum vai se meter em uma picuínha dessas. O Lula não se mete com quem ele não pode e alguns sabem, mas nem todos, que quem manda nesse país é a imprensa com seus jornalistas que são verdadeiros jagunços de escritório e que perpetuam uma nova modalidade de coronelismo inaugurada pelos maiores jagunços da história do Brasil, Antonio Carlos Magalhães e Roberto Marinho (que Deus os tenha porque aqui ninguém os quer).
Vejam se entendi bem: quando interessa à mídia, estado mínimo. Quando são "incomodados" pelo lupem, o presidente deve intervir, é isso? Hummmmm....
Essa foi dose. Primeiro, em razão dos "pitis" por um simples querela, a imprensa acaba dando mais força à IURD, que seguirá estimulada em continuar com sua tática de retaliação. Agora querem que o Presidente compre a briga de quem não faz outra coisa senão tentar destituí-lo do cargo (algo que, a propósito, já deveria ter ocorrido se este fosse um país minimamente decente, mas a oposição quis "sangrar o homem" e se deu mal). Não vai ter jeito. Vou ter que cancelar minha assinatura, porque não vale a pena tê-la só pelos textos do Veríssimo e do Daniel Piza, únicos que ainda valem a pena neste jornal.
Essa foi dose. Primeiro, em razão dos "pitis" por um simples querela, a imprensa acaba dando mais força à IURD, que seguirá estimulada em continuar com sua tática de retaliação. Agora querem que o Presidente compre a briga de quem não faz outra coisa senão tentar destituí-lo do cargo (algo que, a propósito, já deveria ter ocorrido se este fosse um país minimamente decente, mas a oposição quis "sangrar o homem" e se deu mal). Não vai ter jeito. Vou ter que cancelar minha assinatura, porque não vale a pena tê-la só pelos textos do Veríssimo e do Daniel Piza, únicos que ainda valem a pena neste jornal.
Não sei de onde esse moço tirou essa idéia de que o presidente tem de se meter nessa briga entre um jornal e uma igreja?
Acredito que o pessoal não quer entender uma questão. Todo governo deve ser fiscalizado. E cabe a imprensa cumprir este papel, pois o poder fiscalizador....ah! ah! ah!
E o presidente ja deu opinião sobre o tema. Podem consultar o noticiario. E, como sempre, disse tolices. Imprensa livre só existe em democracias. E esses tolos não querem imprensa livre.
JC - Advogado
A "seleta" coleção de comentários abaixo bem demonstra a que ponto chegamos em termos de relativização da ética e damoral e da completa inversão de valores.
Se o presidente da república é o "magistrado maior" da Nação e o chefe de um Poder eleito pelo povo para a defesa das instituições e do Estado Democrático é óbvio que deveria se pronunciar acerca da óbvia tentativa de intimidação da imprensa promovida pelos "paus-mandados" da IURD (como por exemplo a distribuição de ações "clones" em localidades aonde sequer circula o dito jornal).
E as razões, insofismáveis, por que não o faz, estão todas colocadas na matéria ora em comento.
Todavia os PeTralhas de plantão, aplaudem quem ameaça a por eles denominada "imprensa golpista" (?!) - aquela que, desassombradamente, noticia os desmandos, escândalos e corrupção do (des)governo "que aí está", esquecendo-se que sem ela, as vítimas amanhã poderão ser eles mesmos.
A petralhice "dualética" de sempre.
"Magistrado maior" foi boa para começar o dia com bom-humor. Caro Gringo, essa foi boa.
Gringo, você acha que a imprensa precisa que alguém a defenda? Você acha, mas não precisa mesmo.
A Veja, quando recebeu a desagradável visita de fiscais da Receita Federal em sua sede, vitimou-se posteriormente dizendo que estava sofrendo censura e isto era uma ameaça à liberdade de imprensa. Que grande sofisma!! Que grande engambelação que inclusive pessoas de alto nível cultural como você, Gringo Richard, dão crédito. Richard, você merece ser bem melhor informado. O que fiscais da Receita Federal tem a ver com censura? Acaso os fiscais foram lá para dizer como e o que a Veja deveria publicar, ou foram lá para checar documentos fiscais e contábeis como fazem em qualquer outra empresa do Brasil? E isto nada mais é do que o trabalho deles.
Richard, não devemos dar crédito a um jornal ou revista que age primeiro de acordo com seu interesses particulares e relega ao segundo plano a imparcialidade, a isenção jornalística e a busca pela verdade dos fatos. Richard, você merece ser melhor informado. Não devemos dar crédto a esses jornaizinhos de m. que servem apenas para desinformar e confundir o leitor.
A resposta do Lula foi perfeita:
"quem fala o que quer , ouve o que não quer " ! ! !
Então, Elvira Lobato, Folha, Estadão, etc, continuem falando...
O Judiciário, a compete "dizer o direito" também vai falar e esse pessoal vai ouvir o que não quer.
Justíssimo. Da próxima vez que escolherem alguém para denegrir, usarão do mesmo cinismo que ora atribuem à IURD. PROVAS? Ah, nós temos a liberdade de imprensa...
O Bispo Edir Macedo ainda tem que ajuizar ação contra o Estado, pelos prejuízos sofridos quando foi execrado na mídia, com apoio do Estado, em ações policialescas de finalidade claramente intimidativa e de cunho retaliatório.
Magistrado maior da nação é um eufemismo que se coloca,respeitosamente, ao presidente da república. Nada errado! Sandra Paulino: louvo sua perspicácia, lucidez e conhecimento jurídico. Coberta de razão!Prof. Mauro:analogia corretíssima. A vitimologia é o aparato de uma imprensa farisáica, oportunista e suposta detentora da "verdade". Excelente argumento! Dr. Dé, com respeito, repudio sua crítica ao "consultor". Faltou-lhe humildade, mas somos todos aprendizes! Eu, mais ainda! O editorial da Folha, jornal respeitável, resvala para o autoritarism, para o entendimento de que o "poder da imprensa" é intocável. Nada demais que arautos religiosos busquem sustento de seus objetivos e todos (algnus mais outros menos)fundamentam suas campanhas e aplicam os recursos, gerando mais igrejas (materialmente falando), mas também possibilitam reflexões positivas e ou críticas. Está correto. Cabe a cada um exercer o filtro e praticar o entendimento! A Folha quis apenas gerenciar "a verdade", como se fosse censora absoluta do certo e do errado. Lula respondeu com inteligência. Distinções de "supostos interesses" não mudam a essência jurídica. O direito de reclamar e buscar o judiciário é pleno, em um regime democrático. Decisões isoladas de juízes contrários, fazem parte do livre convencimento. Cabe, sim, realizar o direito contra as ofensas, porque a ninguém é dado o direito de ser dono absoluto da verdade. A Iurd simplesmente usa o seu direito de agir, judicialmente, contra interesses que sufragam sua liberdade constitucional. Absurdo um jornal tão respeitado se arvorar em julgador e dar o veredito, sobre suas próprias concepções. A imprensa é mola indispensável em um país livre, mas não pode ultrapassar o limite, além das fronteiras da crítica.
Agora a mídia corrupta e irresponsável tenta ligar o Presidente Lula às ações de dano moral intentadas pelos fiéis da Igreja Universal. Deixem o homem trabalhar, gente!!! Quem a mídia acha que elegerá em 2010? O Chuchu Alkimin ou o fantasma Serra?
A questão está sub judice. Com a palavra o Judiciário. Ou o pseudo-democrático ESTADÃO quer que o presidente intervenha na justiça pra dizer que o jornal tem razão???
Ora, senhores do ESTADÃO, a democracia que vocês e outros grandes órgão da imprensa defendem é aquela da manutenção dos status quo, que não admite posições contrárias, que não admitem sequer que pessoas se socorram do judiciário, como lhes assegura o art. 5º, XXXV, da constituição nacional.
Essa imprensa quer liberdade só para ela. Ora, se ela pode falar o que quer, também tem se aceitar que os outros o façam. Liberdade é via de mão dupla, não pode querê-la e não a admitir para os outros. Essa é modalidade de liberdade que tivemos de 1964 a 1985, com o apoio amplo, geral e irrestrito da autoproclamada GRANDE imprensa, como os grupos GLOBO e ESTADÃO.
Já escrevi sobre o assunto,porém, volto para lembrar que os fatos e a história estão se repetindo, como nos tempos do imperador Constantino,nos anos 370 D.C.quanto mais matava cristão,mais eles se multiplicavam. O pessoal da Universal é "Povo de Deus",defendem as verdades Bíblicas e acredito que a Folha de São Paulo está atacando um povo escolhido por Deus, desde os tempos de Abraão.Como Israel, este povo não pode ser vencido.Ainda é tempo para a Folha recuar e cuidar de coisas que realmente estão destruindo as famílias e a sociedade como um todo e não com um povo que está preocupado em salvar vidas,lebertar pessoas das prisões,dos vícios, da prostituição, dos crimes e de tudo que contraria a Palavra de Deus.É um povo que ora, que preocupa em melhorar a vida das pessoas, resgartasdo-lhes a dignidade.Vamos orar por um Brasil melhor e preocupar com coisas que realmente são preocupáveis.
SR. ALVIM:
Somos todos advogados , e conhecemos -de longe os "meandros" de todas as manobras jurídicas...
Sabemos que -até prova em contrário- tudo tem 2 lados, duas interpretações...
Foi dito que "O direito de reclamar e buscar o judiciário é pleno, em um regime democrático." Mas, o "Direito" de ver reconhecido o "Direito", nem sempre ocorre, pois os julgadores "são humanos"...
Mas, apesar de concordar com o senhor em alguns pontos, questiono:
Quem pratica estelionato de forma flagrante e reconhecida, aproveitando-se do desespero e da ingenuidade alheia, não deveria ser processado neste meu Brasil varonil, antes que assuma tanto poder e passe a "processar" aqueles que, temporneamente, se "omitiram"???...
Em Portugal, onde as lei são diferentes daqui e o Judiciário também, note-se a excelência da Universidade de Lisboa, a "IURD" foi proibida de se instalar. As razões, sobejamente conhecidas...
"Senhor Deus dos desgraçados!
Dizei-me vós, Senhor Deus!
Se é loucura... se é verdade
Tanto horror perante os céus?!"
Essa verso do Castro Alves é pertinente para toda essa polêmica -democracia versus liberdade de imprensa - O que me traz tremenda ojeriza e repugnância. Para os meios de comunicação o que sustenta uma democracia é a imprensa livre...... Não.... não e não. O que sustenta uma democracia é uma imprensa responsável, é menos liberdade. O que nunca aconteceu em democracias sólidas, ainda mais nestas terras tupininquis. Os caras querem ter o direito de escrever o que querem, mas, não admitem serem questionados. Se acham os próprios deuses e baluardes da verdade absoluta. Não esqueçamos o direto de acesso ao judiciário também é sustentáculo da democracia. E termino com outro verso do Castro Alves" "Quem são estes desgraçados
Que não encontram em vós
Mais que o rir calmo da turba
Que excita a fúria do algoz?
Quem são? (...)"
Dé criminal, tolinho:
Quem precisa estudar é você. "Magistrado Maior" ou "Magistrado Mor" é um título HONORÍFICO a indicar uma pessoa que, pelo cargo, deveria estar acima dos problemas da Nação indicando caminhos e soluções.
Mas, eu sei, falar de honra para PeTralhas é jogar conversa fora.
Passar bem.
CUMEQUIÉ? "Povo escolhido desde Abraão"?!!!
Jesus Nosso Senhor e o Espíriro Santo ficaram esperando dois mil anos o "advento" do papa-defuntos de Duque de Caxias, hoje auto-denomiado "empresário" para ajuntar o seu "povo santo"?!!!
Abram a porta do hospício que vai chegar hóspede!
Que barbaridade! Que doutrinação perniciosa!
Caro Mauro autóctone:
Você se engana uma vez mais, caro amigo.
Não defendo a imprensa na forma do veículo "a" ou "b". Defendo, só para variar, um princípio.
O que os paus-mandados, fanatizados e instrumentalizados estão fazendo é tentar tolher a atuação de um veículo (aliás, vários veículos) que noticiam coisas QUE NÃO LHES AGRADAM.
Hoje são os IURDstas contra um ou outro jornal; amanhão poderá não haver mais jornais e até poderemos ver "bate-paus" como as SA de Rohm espancando quaisquer uns que divirjam de sei-lá-o´quê?
Dá para entender? A "Folha" ou o "Estado" ou a "Veja", com efeito, não precisam de minha defesa, mas o Estado Democrático, com certeza precisa da defesa de cada um de nós.
E apenas para que o amigo saiba: detesto, tenho ojeriza pela "Folha" e pelo laxismo moral e o esquerdismo bocó que sempre perspassaram os seus artigos e matéria jornalísticas, o último dos dois grandemente responsável pela mística que acompanha os facinorosos de esquerda (que, uma vez instalados no poder, cedo demonstraram a que vieram e a "profundidade" das suas convicções morais e éticas) e a blindagem do "operário no pudê".
Cancelei a minha vintenária assinatura do "Estado" por não suportar mais a campanha subreptícia que faziam a favor da liberação do aborto no País.
E a "Veja", até bem pouco tempo atrás era notória pela sua anti-clericalidade feroz e gratúita.
Julga-me mal, caro autóctone, julga-me mal.
Um abraço.
O presidente Lula é amorfo. Por ser amórfico, nada faz. Nada fez. Nada fará. Graças a este seu estado, o Brasil vai bem. Ou melhor: nunca esteve tão bem. Imagine se este amórfico inventasse de fazer alguma coisa? Iriamos para o be-le-léu. Não despertem essa imbecilidade. Deixe-o quieto. Não façam barulho. Ele pode acordar e, daí, seja o que Deus quizer...Por favor, deixem o Lula quietinho...Imaginem si ele descobre o que são liberdades negativas!
Eu não sou nem pró nem contra o Lula. Acho até que o JOSE ANTONIO DIAS tem razão quando diz que o presidente Lula é amorfo.
Na verdade a questão de fundo é outra, ou seja: A imprensa trocou sua função de DAR a notícia pela função de FAZER a notícia. Agora encontrou na UNIVERSAL a resistência que não tem encontrado nos políticos com o rabo preso.
Agora a imprensa fica igual a criança mal educada, birrenta. Ora, como disse o profeta "semearam ventos e colhem tempestades" (Oséias 8:7 1ª parte) ou, como preferem os ilustres colegas, violou direito alheio, responde pelo dano (C.Civil - Art. 186).
Caro José Antonio:
Permita-me discordar, mas de amorfo, o Abortista/Excomungado sem-dedo que atualmente ocupa a Cadeira Presidencial não tem nada.
Todas as suas ações obedecem à uma lógica intrínseca insofismável! O assalto às instituições democráticas "burguesas", a perpetuação no poder "de tudo isso que aí está" e a locupletação da sua canalha, os "burgueses do capital alheio".
Basta ver como todas as suas atitudes e declarações se encaixam no projeto de ação do famigerado "Foro de São Paulo", pouquíssimo conhecido e sobre o qual paira um silêncio, de parte da imprensa (aquela, "golpista", sabe?) "ensurdecedor", como diria Nélson Rodrigues.
De bôbo, o dito-cujo, não tem nada, amigo.
Um abraço.
Parabéns pelo editorial, tudo que foi dito é a mais pura verdade, os fiéis da universal são enganados todos os dias pelo deus-vivo-edir que adora dinheiro. É tanto dinheiro que já começa a ter ramificações. Quando se tem muito dinheiro a pessoa/universal passa a procurar investimentos, no caso da universal, um dimdim no partidinho do governo será só mais uma bandalheira, entre tantas que rodeias o lula-pt-planalto.
A relação incestuosa, para falar o mínimo, entre o Lula e o Edir é de dar nojo, precisamos ter conciência e expurgar o PT da vida pública nas próximas eleições.
Alguém sabe se é verdade que a Igreja Universal do Reino de Deus foi proibida de atuar na França? Ou isso é conversa furada.
Não penso em tomar partido de nenhum dos lados, mas faz-me pensar o tema se a união "religião e fé" não é o mesmo absurdo de juntar "política partidária e imprensa"? Será justo consolidramos uma imprensa imparcial dentro de tantos esquemas? Não podemos chegar à máxima de que "com a mesma vara que medes serás medido", mas pelos mares que andamos parece necessário sim legislar sobre essa parte INTOCÁVEL da nossa sociedade que é a imprensa.
Fico espantado com tanto ódio de certas pessoas quando se referem a UNIVERSAL (DIGA-SE: OS EVANGELICOS, até parecem que estão praticando inquisição praticada pela Igraja catolica na Európa, causando a morte de multidões inocentes, durante a idade média. Não tem jeito, a UNIVERSAÇ CRESCE E APARECE, assim como muito Igraja Evangelica, que vivem exclusivamnete de DIZIMOS( não de verbas de Governos. A Igraja apenas se defende da quilo que eles entendem agressão, e ponto final. O Monopolio da quela relião acabou! fim!acabou! O estado brasileiro é laico, desmerecendo nesse debate perseguição e ódio.
Caramba Zinaldo! Vá escrever e transmitir idéias mal assim lá na universal, hein?
De que "evangélicos" você estaria falando? Das mais de 35.000 (trinta e cinco mil) seitas e denominações que existem pelo mundo (censo do ano de 2.000)?
Ou apenas da seita de cunho pentecostal denominada IURD, fundada por um "papa-defunto" imoral e cheio de cupidez que se auto-proclamou bispo (que o sagrou, hein? Teria sido o mesmo que fez de mim Marquês da Vila Olímpia e Barão do Morumbi?) e que vive e constroi um império empresarial com o recurso dos dízimos de pessoas, hum, digamos, "ingênuas, como você?
E a Inquisição teria matado "multidões de incoentes", hein?
Quanto você quer apostar comigo que se "dom" macedo tivesse poder temporal, seus inimigos não veriam a luz do sol por muito tempo, hein?
Passar bem, mané.
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