O que começou como a "maior operação contra a corrupção do mundo" e degenerou no "maior escândalo judicial do planeta" na verdade não passou de uma estratégia bem-sucedida dos Estados Unidos para minar a autonomia geopolítica brasileira e acabar com a ameaça representada pelo crescimento de empresas que colocariam em risco seus próprios interesses.

A história foi resgatada em uma reportagem do jornal francês Le Monde deste sábado (10/4), assinada por Nicolas Bourcier e Gaspard Estrada, diretor-executivo do Observatório Político da América Latina e do Caribe (Opalc) da universidade Sciences Po de Paris.
Tudo começou em 2007, durante o governo de George W. Bush. As autoridades norte-americanas estavam incomodadas pela falta de cooperação dos diplomatas brasileiros com seu programa de combate ao terrorismo. O Itamaraty, na época, não estava disposto a embarcar na histeria dos EUA com o assunto.
Para contornar o desinteresse oficial, a embaixada dos EUA no Brasil passou a investir na tentativa de criar um grupo de experts locais, simpáticos aos seus interesses e dispostos a aprender seus métodos, "sem parecer peões" num jogo, segundo constava em um telegrama do embaixador Clifford Sobel a que o Le Monde teve acesso.

Assim, naquele ano, Sergio Moro foi convidado a participar de um encontro, financiado pelo departamento de estado dos EUA, seu órgão de relações exteriores. O convite foi aceito. Na ocasião, fez contato com diversos representantes do FBI, do Departament of Justice (DOJ) e do próprio Departamento de Estado dos EUA (equivalente ao Itamaraty).
Para aproveitar a dianteira obtida, os EUA foram além e criaram um posto de "conselheiro jurídico" na embaixada brasileira, que ficou a cargo de Karine Moreno-Taxman, especialista em combate à lavagem de dinheiro e ao terrorismo.
Por meio do "projeto Pontes", os EUA garantiram a disseminação de seus métodos, que consistem na criação de grupos de trabalho anticorrupção, aplicação de sua doutrina jurídica (principalmente o sistema de recompensa para as delações), e o compartilhamento "informal" de informações sobre os processos, ou seja, fora dos canais oficiais. Qualquer semelhança com a "lava jato" não é mera coincidência.
Em 2009, dois anos depois, Moreno-Taxman foi convidada a falar na conferência anual dos agentes da Polícia Federal brasileira, em Fortaleza. Diante de mais de 500 profissionais, a norte-americana ensinou os brasileiros a fazer o que os EUA queriam: "Em casos de corrupção, é preciso ir atrás do 'rei' de maneira sistemática e constante, para derrubá-lo."
"Para que o Judiciário possa condenar alguém por corrupção, é preciso que o povo odeie essa pessoa", afirmou depois, sendo mais explícita. "A sociedade deve sentir que ele realmente abusou de seu cargo e exigir sua condenação", completou, para não deixar dúvidas.
O nome do então presidente Lula não foi citado nenhuma vez, mas, segundo os autores da reportagem, estava na cabeça de todos os presentes: na época, o escândalo do "Mensalão" ocupava os noticiários do país.
Semente plantada
O PT não viu o monstro que estava sendo criado, prosseguem os autores. As autoridades estrangeiras, com destaque para um grupo anticorrupção da OCDE, amplamente influenciado pelos EUA, começaram a pressionar o país por leis mais duras de combate à corrupção.
Nesse contexto, Moro foi nomeado, em 2012, para integrar o gabinete de Rosa Weber, recém indicada para o Supremo Tribunal Federal. Oriunda da Justiça do Trabalho, a ministra precisava de auxiliares com expertise criminal para auxiliá-la no julgamento. Moro, então, foi um dos responsáveis pelo polêmico voto defendendo "flexibilizar" a necessidade de provas em casos de corrupção.
"Nos delitos de poder, quanto maior o poder ostentado pelo criminoso, maior a facilidade de esconder o ilícito. Esquemas velados, distribuição de documentos, aliciamento de testemunhas. Disso decorre a maior elasticidade na admissão da prova de acusação", afirmou a ministra em seu voto.
O precedente foi levado ao pé da letra pelo juiz e pelos procuradores da "lava jato" anos depois, para acusar e condenar o ex-presidente Lula no caso do tríplex.
Em 2013, a pressão internacional fez efeito, e o Congresso brasileiro começou a votar a lei anticorrupção. Para não fazer feio diante da comunidade internacional, os parlamentares acabaram incorporando mecanismos previstos no Foreign Corrupt Practices Act (FCPA), uma lei que permite que os EUA investiguem e punam fatos ocorridos em outros países. Para especialistas, ela é instrumento de exercício de poder econômico e político dos norte-americanos no mundo.
Em novembro daquele mesmo ano, o procurador geral adjunto do DOJ norte-americano, James Cole, anunciou que o chefe da unidade do FCPA viria imediatamente para o Brasil, com o intuito de "instruir procuradores brasileiros" sobre as aplicações do FCPA.

A nova norma preocupou juristas já na época. O Le Monde cita uma nota de Jones Day prevendo que a lei anticorrupção traria efeitos deletérios para a Justiça brasileira. Ele destacou o caráter "imprevisível e contraditório" da lei e a ausência de procedimentos de controle. Segundo o documento, "qualquer membro do Ministério Público pode abrir uma investigação em função de suas próprias convicções, com reduzidas possibilidades de ser impedido por uma autoridade superior".
Dilma Rousseff, já presidente à época, preferiu não dar razões para mais críticas ao seu governo, que só aumentavam, e sancionou a lei, apesar dos alertas.
Em 29 de janeiro de 2014, a lei entrou em vigor. Em 17 de março, o procurador-geral da República da época, Rodrigo Janot, chancelou a criação da "força-tarefa" da "lava jato". Desde seu surgimento, o grupo atraiu a atenção da imprensa, narra o jornal. "A orquestração das prisões e o ritmo da atuação do Ministério Público e de Moro transformaram a operação em uma verdadeira novela político-judicial sem precedentes", afirmam Bourcier e Estrada.
Lição aprendida
No mesmo momento, a administração de Barack Obama nos EUA dava mostras de seu trabalho para ampliar a aplicação do FCPA e aumentar a jurisdição dos EUA no mundo. Leslie Caldwell, procuradora-adjunta do DOJ, afirmou em uma palestra em novembro de 2014: "A luta contra a corrupção estrangeira não é um serviço que nós prestamos à comunidade internacional, mas sim uma medida de fiscalização necessária para proteger nossos próprios interesses em questões de segurança nacional e o das nossas empresas, para que sejam competitivas globalmente."
O que mais preocupava os EUA era a autonomia da política externa brasileira e a ascensão do país como uma potência econômica e geopolítica regional na América do Sul e na África, para onde as empreiteiras brasileiras Odebrecht, Camargo Corrêa e OAS começavam a expandir seus negócios (impulsionadas pelo plano de criação dos "campeões nacionais" patrocinado pelo BNDES, banco estatal de fomento empresarial).
"Se acrescentarmos a isso as relações entre Obama e Lula, que se deterioravam, e um aparelho do PT que desconfiava do vizinho norte-americano, podemos dizer que tivemos muito trabalho para endireitar os rumos", afirmou ao Le Monde um ex-membro do DOJ encarregado da relação com os latino-americanos.
A tarefa ficou ainda mais difícil depois que Edward Snowden mostrou que a NSA (agência de segurança dos EUA) espionava a presidente Dilma Rousseff e a Petrobras, o que esfriou ainda mais a relação entre Brasília e Washington.
Vários dispositivos de influência foram então ativados. Em 2015, os procuradores brasileiros, para dar mostras de boa vontade para com os norte-americanos, organizaram uma reunião secreta para colocá-los a par das investigações da "lava jato" no país.
Eles entregaram tudo o que os americanos precisavam para detonar os planos de autonomia geopolítica brasileiros, cobrando um preço vergonhoso: que parte do dinheiro recuperado pela aplicação do FCPA voltasse para o Brasil, especificamente para um fundo gerido pela própria "lava jato". Os americanos, obviamente, aceitaram a proposta.

A crise perfeita
Vendo seu apoio parlamentar derreter, em 2015 Dilma decidiu chamar Lula para compor seu governo, uma manobra derradeira para tentar salvar sua coalizão de governo, conforme classificou o jornal. Foi quando o escândalo explodiu: Moro autorizou a divulgação ilegal da interceptação ilegal de um telefonema entre Lula e Dilma, informando a Globo, no que veio a cimentar o clima político para a posterior deposição da presidente em um processo de impeachment. Moro, depois, pediu escusas pela série de ilegalidades, e o caso ficou por isso mesmo.
Os EUA estavam de olho nas turbulências. Leslie Backshies, chefe da unidade internacional do FBI e encarregada, a partir de 2014, de ajudar a "lava jato" no país, afirmou que "os agentes devem estar cientes de todas as ramificações políticas potenciais desses casos, de como casos de corrupção internacional podem ter efeitos importantes e influenciar as eleições e cenário econômico". "Além de conversas regulares de negócios, os supervisores do FBI se reúnem trimestralmente com os advogados do DoJ para revisar possíveis processos judiciais e as possíveis consequências."
Assim, foi com conhecimento de causa que as autoridades norte-americanas celebraram acordo de "colaboração" com a Odebrecht, em 2016. O documento previa o reconhecimento de atos de corrupção não apenas no Brasil, mas em outros países nos quais a empresa tivesse negócios. Como a empreiteira relutava, os magistrados ordenaram ao Citibank, que administrava o dinheiro da empresa nos EUA, que desse um prazo de 30 dias para encerrar as contas da Odebrecht. Em caso de recusa do acordo, os valores depositados nessas contas seriam colocados em liquidação judicial, situação que excluiria o conglomerado do sistema financeiro internacional, levando, inevitavelmente, à falência. A Odebrecht aceitou a "colaboração".
A "lava jato" estava confiante de sua vantagem, apesar de ter ascendido sem a menor consideração pelas normas do Direito. "Quando Lula foi condenado por 'corrupção passiva e lavagem de dinheiro', em 12 de julho de 2017, poucos relatos jornalísticos explicaram que a condenação teve base em 'fatos indeterminados'", destacou o jornal.
Depois de condenar Lula e tirá-lo de jogo nas eleições de 2018, Sergio Moro colheu os louros de seu trabalho ao aceitar ser ministro da Justiça do novo presidente Jair Bolsonaro. Enquanto isso, os norte-americanos puderam se gabar de pôr fim aos esquemas de corrupção da Petrobras e da Odebrecht, junto com a capacidade de influência e projeção político-econômica brasileiras na América Latina e na África. Os procuradores da "lava jato" ficaram com o prêmio de administrar parte da multa imposta pelos EUA à Petrobras e à Odebrecht, na forma de fundações de Direito privado dirigida por eles próprios em parceria com a Transparência Internacional.
Conversão lucrativa
A recompensa que Sergio Moro escolheu para si também foi o início do fim de seu processo de canonização. Depois da eleição de Bolsonaro, veio à tona o escândalo da criação do fundo da Petrobras. O ministro Alexandre de Moraes frustrou os planos dos procuradores ao determinar a dissolução do fundo e direcionar o dinheiro para outras finalidades.
Em maio de 2019, o The Intercept Brasil começou a divulgar conversas de Telegram entre procuradores e Moro, hackeadas por Walter Delgatti e apreendidas pela Polícia Federal sob o comando do próprio Moro, enquanto ministro da Justiça. Elas mostram, entre outros escândalos, como Moro orientou os procuradores, e como estes últimos informaram os EUA e a Suíça sobre as investigações e combinaram a divisão do dinheiro.
Depois de pedir demissão do Ministério, Moro seguiu o mesmo caminho lucrativo de outros ex-agentes do DOJ e passou a trabalhar para o setor privado, valendo-se de seu conhecimento privilegiado sobre o sistema judiciário brasileiro em casos célebres para emitir consultorias, um posto normalmente bastante lucrativo. A Alvarez e Marsal, que o contratou, é administradora da recuperação judicial da Odebrecht.
Resumindo, não houve corrupção, ninguém é ladrão, o PT é honesto e os bilhões recuperados dos corruptos na verdade pertencem aos EUA, pronto resolvido.
O advogado Sérgio Moro e os Procuradores da República de Curitiba atuaram como "peões dos USA". Praticaram crimes de "lesa-pátria".
É estarrecedor.
Não se justifica combater crime praticando crimes contra nossa economia, não sou profundo conhecedor do sistema jurídico norteamericano, más se fossem estadunidenses, acredito que estariam bem encrencados.
Os franceses esqueceram de alguns detalhes que precederam a Lei anticorrupção, como publicado aqui no Conjur por Bruno Simões Corrêa em 25/02/2015 : "Embora a Lei Anticorrupção tenha instituído condutas típicas, parâmetros e sanções rigorosas aos corruptores, acredita-se que esse diploma legal poderá ir muito além, modificando aspectos relevantes da cultura empresarial brasileira, especialmente no âmbito das contratações públicas.
A lei brasileira segue um padrão internacional em virtude dos compromissos assumidos pelo Brasil em 1997, por meio da assinatura da Convenção sobre o Combate da Corrupção de Funcionários Públicos Estrangeiros em Transações Comerciais Internacionais. Essa Convenção é fruto de intensas pressões e negociações internacionais no âmbito da Organização para a Cooperação Econômica e o Desenvolvimento (OCDE), especialmente dos EUA, que foram pioneiros na implementação de regras rígidas no combate à corrupção ainda no ano de 1977, quando editaram e promulgaram o Foreign Corrupt Practices Act (FCPA) no roldão do escândalo de corrupção conhecido por Watergate.
A mencionada Convenção Internacional, por sua vez, foi incorporada ao ordenamento jurídico brasileiro através do Decreto 3.678/2000 promulgado no governo do presidente Fernando Henrique Cardoso. Mas, somente após as manifestações populares ocorridas em junho de 2013, que pararam as principais cidades do país, o Congresso Nacional aprovou a versão nacional da Lei Anticorrupção e, em 1º de agosto de 2013, a presidente Dilma Rousseff finalmente sancionou esta lei, que entrou em vigor em 29 de janeiro de 2014." Evidentemente, esses elementos foram determinantes para a aprovação da referida lei, mas para validar a "teoria da conspiração", melhor não lembrar desses detalhes...
Sinceramente, independente de direita e esquerda, nunca vi um texto tão sem lógica na minha vida.
Ora, seguindo o raciocínio que o texto tenta induzir, o Brasil deveria continuar com a corrupção pois esta é conditio sine qua non do sucesso da geopolítica brasileira. Seria isso?
Então, segundo o que entendi, pelo os E.U.A terem pressionado o Brasil a ter leis "mais severas" para o combate a corrupção ( severas em parâmetro as anteriores, porque até hoje é uma mamata) ; por terem orientado in loco técnicas de investigação; dentre outras formas citadas de combate a corrupção, o Brasil sofreu um retrocesso e os E.U.A é um grande vilão por querer acabar com a corrupção a nível global que, por óbvio, atinge seus interesses.
Por fim, a base da argumentação é que os E.U.A fizeram isso para se proteger devido a concorrência desleal gerada pela corrupção, e ele ainda ta errado.
Nem sei o que escrever sobre ler isso em um site jurídico.
Tudo vindo do país que alega que plantamos soja no meio da Amazonia? Nosso grande adversário? Essa reportagem é entreguismo
Por que será que a cada reportagem sobre os vícios da Lava Jato aparece algum desiludido fazendo comentários que se querem engraçados ou irônicos mas que no fim só servem para passar recibo de bovinidade?
O texto pegou uma série de fatos verdadeiros e juntou com teorias para criar um enredo com um fim último de defender criminosos que saquearam nossa Nação.
Acho ótimo que o EUA tenham se esforçado para nos ensinar a como combater crimes de corrupção. Bato palmas para isso
Mais uma vez os Estados Unidos manipularam agentes de outro país para fazer suas vontades, então estão de parabéns. Além disso, fez com que o Brasil aceitasse o juiz parcial e investigativo como algo correto, justo e permitido.
E olha que 64 quase está se repetindo em 2021...
https://youtu.be/1BmvBTNoRQs
Divertida teoria da conspiração....kkk....uma pergunta: os mais de uma centena de corruptos pegos e condenados pela LJ foram recrutados pelos EUA para participar dessa jogada?
O fato é que as reais ameaças à democracia, cidadania, direitos humanos e à própria civilização é o crime organizado, sobretudo a corrupção pública da qual decorrem a desigualdade, e as iníquas condições sociais.
A “Laja Jato” que está sendo atacada impiedosa, senão criminosamente é uma Mega Opera para afastar e punir o domínio do crime organizado constituído por grupos e facções que tomaram as instituições e as saquearam em benefício pessoal.
Efetivamente a operação demonstrou que não é possível enfrentar o crime organizado com os mesmos meios, métodos e princípios válidos para a criminalidade comum ou eventual. Os ‘vazamentos’ das conversas pessoais dos membros “Força Tarefa” verídicos ou não – demonstram as táticas e as técnicas da mega operação contra corrupção. E aí, necessariamente impõe-se a cooperação nacional e internacional, intercâmbio de informações internacional, melhoria das capacidades de inteligência, na cooperação contra a lavagem de dinheiro, inclusive as atividades econômicas ilícitas que financiam até conflitos e a trágica proliferação de armas.
O resto é falácia uLULAntis de viés konspirativo
Muito bom e de fácil entendimento a leitura, parabéns conjur
Os fins não justificam os meios.
Existiu e existe corrupção mas o Brasil fez o que não deveria fazer para lidar com o problema.
A negação é um mecanismo de defesa da mente humana p/ afastar assuntos muito complicados ou esconder verdades chocantes. Protege o estado emocional para que emoções muito negativas não nos consumam. Para se proteger contra a sobrecarga de emoções causada por elas, as pessoas fazem de tudo para esquecer memórias e lutar contra sentimentos. A negação cria uma fachada de ilusões confortáveis que nos afasta da verdade. À medida que a alimentamos, ela se fortalece e se consolida em nossas mentes. Entretanto, negar a realidade, acontecimentos, comportamentos ou sentimentos não ajuda, de fato, a manter a saúde da nossa mente. Enfrentar a verdade nesse caso dói, mas é necessário.
Sei que é difícil pra quem foi formado por esse sistema, perceber que a mão que esmaga o seu crânio nunca foi vermelha e sim das 3 cores da bandeira dos EUA. Mas ajuda a começar a ler sobre a história do Brasil e do mundo, o conhecimento liberta. E procurem ajuda psicológica porque é difícil, mesmo. Mas por favor: acordem Moristas e Bolsonaristas!!!! Vocês só estão passando vergonha lustrando esse pau podre! O país precisa de vocês despertos!
Em nenhum momento a reportagem fala que Lula e o PT são inocentes (Palloci é réu confesso q devolveu 100 milhões).
O q a LJ conseguiu foi destruir as empresas nacionais, pois, a recuperação de dinheiro (2 bilhões?!) foi ridícula.
Nada aconteceu. Foi tudo conspiração dos EUA.
Hahahahah... Ridículo!
O CONJUR vive de grandes advogados, e grandes advogados vivem de grandes corruptos livres, então, faz sentido essa birra com a lava jato
Tudo inventado?
Os EUA não tomam nada de ninguém, só ajudam os povos pobres; a indústria da construção civil brasileira (empreiteiras e construtoras) não foi dizimada por Moro&Cia.; a doença pestilenta chamada Lava Jato não desempregou 4 milhões de brasileiros; o Moro não prendeu Lula para atender os gringos nem foi ministro da justiça dessa figura que nos governa; os falcões do Reich de Curitiba não quiseram abiscoitar 3 bilhões para sua “fundação” e o Brasil jamais perdeu 170 bilhões com a patogenia lavajatiano... Ah, também a França é comunista (ou preferem “corruptófila” ) e a Imprensa gaulesa é do PT e faz campanha do candidato esquerdista.
Será que os parvos não param de nascer nunca?
É difícil imaginar que pessoas com conhecimento jurídico não vislumbrem essa triste realidade, dita e esclarecida por pessoa serias é comprometidas com os fatos. Ilações sem fundamento que a qualquer custo tentam distorcer e enfraquecer o óbvio, nunca em país algum resolver problemas de corrupção foi motivo para destruir empresas, mas em terra tupiniquim isso não só foi possível, como ainda tem quem defenda. Só lamento.
Leia de novo, quem sabe vc entenda que a reportagem francesa não questionou a existência se ilícitos
Os bilhões que seriam administrados pelos tiranetes da Farsa Jato falam por si. Idem o jogo político, os prêmios para o marreco...
Resumindo: vc está passando pano pra juiz ladrão que corrompeu o devido processo legal com fins pessoais.
E desvia esse fato óbvio generalizando centenas de casos.
Não vejo nada de divertido num juiz e procuradores, em conluio, fraudarem o processo legal com fins pessoais e institucionais de Estados estrangeiros.
O livro "Assassinos Economicos" , de John Perkins, autor norte americano, descreve casos reais onde países são controlados para que governos e grandes corporações sejam beneficiadas.
A história mostra que os EUA sempre agiram assim. Estratégia geopolítica para manter seu poder global. A Petrobrás - uma mega empresa - em franca ascensão e mais ainda por causa da descoberta do Pré-Sal. Além disso, grandes empresas privadas se expandindo mundialmente, por exemplo, Odebrecht. O americanos não podiam permitir isso e agiram para brecar. Cooptaram gente dentro do País para fazer o trabalho surjo, inclusive dentro das instalações de Estado.
Aí fim e ao cabo, o Brasil retrocedeu no mínimo 30 anos na sua posição geopolítica internacional.
República de banana.
A sanha golpista foi desmascarada em tempo recorde e com riqueza extrema de detalhes. Não foram necessárias décadas para tanto e podemos colher bastante aprendizado. Porque de resto ...
É alarmante a má compreensão da realidade, indicando que grau de escolaridade não se confunde com grau de conhecimento. Isso preferindo acreditar que não seja apenas tendência crônica de subserviência aos "steites"ou falta de caráter.
É estarrecedor que a tentativa de fundação bilionária não ensejou qualquer penalidade, eis que não se comunica, tampouco contamina, com as mensagens hackeadas.
Quando a justiça vai ter que devolver o dinheiro roubado com juros e correção monetária do Sr Lula, seus amigos empreiteiros e políticos ?
Próximo as eleições 2022 vão desenterrar todas as porcarias ligadas a família Bolsonaro .
Moro só vai dizer " eu já sabia também, mas a família Bolsonaro era uma opção menos pior "
" para quem tem dúvidas escutem a entrevista do Sr Pondé, fala na entrevista "Lula não
presta mas é o menos pior"
Se a opção na próxima eleição será novamente escolher o menos pior ( corrupto e ....................) irei continuar votando no Bolsonaro no SEGUNDO TURNO .
... quanta besteira junta! Os autores desse texto ridículo, franceses, só podem ser da extrema esquerda francesa, campeã dos devaneios próprios dessa gente ...
Realmente é com tristeza que leio um artigo desses, com Sarcozi sendo acusado de roubo e Macron sendo um péssimo governante, a mídia francesa ataca aquilo que representou um marco histórico contra os corruptos que devolveram mais de 12 bilhões para os cofres bíblicos do Brasil, e agora vem escrevendo que foi para ajudar os Estados Unido, essa mídia deve achar que todo brasileiro é burro.
Que tal parar de achar esquerdista em tudo e questionar-se sobre as rachadinhas do Flavinho Diarréia?
Parece que o nobre negacionista desconhece as denúncias feitas por Snowden, que, basicamente, originou leis como a LGPD. Mas, terraplanistas jurídicos são negacionistas da conveniência. Ah! Que tal ir atrás das rachadinhas? Do fim do Foro privilegiado, tão combatido pelos Bolsonaro? Não, é melhor desqualificar a enfrentar debates sérios com coragem. Isso não é ser "marica"(palavra do presidente!)?
Qualquer comentarista que já tenha viajado para fora do Brasil, especialmente os EUA, vai notar certa credibilidade no texto. As rodovias daquele país estavam sendo construídas pelas construtoras brasileiras, com destaque para a ODEBRECHT. O que fez a lava jato ? Quebrou as empresas brasileiras para favorecer as construtoras americanas. Isso é um fato inegável. Então, dignos comentaristas, antes e criticar o texto, seria de bom alvitre conhecer um pouco da atuação das empresas brasileiras de ponta na construção civil no mundo. De fato, com a quebradeira nacional, as empresas norte-americanas ganharam. Para os EUA, A América e deles. Investigação cabal no assunto, inclusive com abertura de CPI.
Eu tenho dito isto a muito tempo nos meus comentários, que a derrubada da esquerda foi planejada e articulada pelos americanos depois da ascensão do Brasil. Para os EUA não interessa mais um país forte concorrendo com ele. Ele aprendeu depois que projetou o Japão e atualmente a China que cresceram na sombra americana. Hoje existe uma lei que proíbe verbas americanas a produtos que concorram com os seus. Para o Afeganistão sobrou plantar ópio.
Em um único dia pela interferência política do presidente, as estatais brasileiras perderam mais que isto pela desvalorização de suas ações.
A matéria retrata uma vergonhosa versão para fazer uma mea-culpa dos atos de corrupção que de fato ocorreram com devolução de bilhões de Reais ao Estado.
Se o Brasil não assumiu o domínio econômico na América Latina, isso se deu por incompetência política da Presidente Dilma no Poder naquele período.
O que impressiona também é a influência da esquerda francesa a ponto de vemos um artigo desse publicado no meio jurídico.
Triste ver a história sendo deturpada mais uma vez usando fatos verdadeiros para dar credibilidade a falsidades. Certo é que não conhecem as leis brasileiras que já previam a delação há muitos anos antes da Lava Jato e que a troca de informações sempre ocorreu. Quem milita na área sabe bem como é.
Moro e seus asseclas criaram um Código de Processo Penal próprio, o dito juiz orientou os procuradores (violando o CPP), destruíram a indústria da construção civil, são responsáveis por incontáveis desempregados, expuseram os negócios protegidos por segredo industrial da Petrobrás, aniquilando sua vantagem no mercado, e abriram as portas para um governo de extrema burrice/direita que é responsável por mais de 350 mil mortes.
Bom, vamos lá.
1. Lula não fez nada de errado;
2. Odebrecht foi prejudicada;
3. Moro agiu errado;
4. STF fazendo história em decisões q somente confirma se tratar de uma corte política;
5.provas obtidas por invasão a celular sem qq consequência ao invasor;
6. Saude jogada as traças.
7. Chefe do executivo q zomba das mortes de seus próprios eleitores;
8. Perspectiva de meio milhão de mortes ou mais por covid.
9. Educação péssima;
10 empregos ruins
11. Violência galopante
12. Crime organizado poderosíssimo.
P finalizar: Collor ainda na política, Lula voltando a presidência, deputado q ofende todo mundo ja já volta p cargo; rachadinha do filho do presidente nao levada a sério;
Negacionismo científico.
Conclusão. Já q o Brasil virou stranger things (de cabeça p baixo) passei a concordar com tudo q o conjur escreve. Obrigado conjur. Antes eu era cego. Agora vejo. Amém
Lembremo-nos de que a atuação americana no combate à corrupção e lavagem de dinheiro no cenário internacional foi incrementada com o atentado às torres gêmeas, principiando pela própria Suíça, que de repente começou a abrir contas secretas de estrangeiros. Creio que o Brasil entrou na mira dos EUA e, graças à inépcia do Governo Dilma e certa arrogância de nossas autoridades, permitiu-se que empresas brasileiras e as relações internacionais fossem de roldão no expurgo de alguns corruptos. Mais uma vez a mediocridade de grande parcela da classe política, a subserviência de certa casta do serviço público e a ingenuidade de muitos, que acharam que grassariam aos píncaros da gloria e do heroísmo, comprometeu o pouco de útil que a política pública de combate à corrupção havia alcançado. De leva, acabou com a influência brasileira em parte do cenário exterior, reduziu a atuação de empresas brasileiras no mercado internacional e culminou com a eleição de um doido varrido. A cada aniversário aumenta minha certeza que esse é um País azarado.
Não satisfeitos em tentar desqualificar Moro e a Lava Jato com os gastos - e fracos - argumentos de sempre, este site agora traz histórias rocambolescas envolvendo a CIA, etc.
Daqui a pouco vão dizer que os bilhões roubados (e recuperados) são uma ficção produzida pelos gringos para desestabilizar o governo e tomar nosso petróleo.
Não havia combate a corrupção eficaz no Brasil antes da Lava Jato.
A atuação - lícita - das empresas brasileiras no mercado internacional não diminuiu.
E por aí vai.
São os mesmos que publicaram no caderno Opinião do NYT, final de Fevereiro, aquela outra história repleta de falácias e que os agentes do PT repercutiram no Brasil como se fosse matéria dos jornalistas daquele jornal.
Mas essa de agora passou dos limites. É simplesmente ridícula.
Os europeus sempre foram colonizadores e exploradores das riquezas alheias, vide as ONGs que roubavam a amazônia, vide a troca do juros baixo do FMI por juros altíssimos dos bancos europeus, vide os bilhões que políticos corruptos depositavam nos bancos europeus e que agora minguaram, logo eles devem estar com saudades da época anterior à lava jato quando nossas riquezas eram entregues de mão beijada... Saudades do entreguismo... Saudades da corrupção, saudades de uma época que com o capitão já passou...
O LE MONDE realmente não é conceituado, não é!!?? PROVAS DOCUMENTAIS sustentam o artigo. Provas que seu juiz ídolo entreguista nunca teve nos autos!
Há muito tempo que percebo que as narrativas e as matérias publicadas neste jornal têm cunho de interesse de um grupo de operadores do direito, sejam advogados ou togados, que pertencem a um mesmo círculo. Portanto, a busca desse poder de influenciar quem está fora dessa bolha é facilmente perceptível. Só cego não enxerga.
A matéria não é do Le Monde, para começo de conversa, apenas foi publicada lá.
Seu ídolo Lula (para dar a você o mesmo tratamento que deu a mim) foi julgado e condenado, por unanimidade, em 3 instâncias, por 9 juízes de direito concursados.
A Lava Jato recuperou bilhões de reais aos cofres públicos, isso não foi invenção da CIA.
Seu piti não fará uma mentira virar verdade, soldadinho.
Quem traiu a pátria foram aqueles políticos eleitos "para não roubar e deixar roubar" (nas palavras de um corruPTo já condenado).
As condenações proferidas por Moro foram confirmadas, e por unanimidade, na segunda e terceira instâncias.
Ele está certo. E seu comentário diz mais sobre você do que sobre o que ele escreveu.
Bom, vamos lá.
1. Lula não fez nada de errado; ELE FOI CODNENADO EM DEFINTIVO PELO STF?
2. Odebrecht foi prejudicada; VIROU UMA EMRPESA POBRE?
3. Moro agiu errado; ELE DEVIA TER COMBINADO COM ADVOGADOS A ABSOLVIÇÃO PRÉVIA DE LULA?
4. STF fazendo história em decisões q somente confirma se tratar de uma corte política; E AS PRISÕES DE OUTROS É POLÍTICA SEMPRE?
5.provas obtidas por invasão a celular sem qq consequência ao invasor; OS INAVSORES NÃO RESPONDEM A PROCESSO, FORAM ISENTOS DA ACUSAÇÃO PENAL?
6. Saude jogada as traças. O SUS AINDA FUNCIONA, APESAR DOS PLANOS PRIVADOS DA ELITE DE SAÚDE?
7. Chefe do executivo q zomba das mortes de seus próprios eleitores; A MORTE SÃO FATOS E NÃO SE DISTORCEM COM EUFEMISMOS.
8. Perspectiva de meio milhão de mortes ou mais por covid. CULPA DE QUEM FABRICOU A COVID OU PROIBIU UMA AÇÃO CENTRAL.
9. Educação péssima; A MESMA QUE PERMITE A OPINIÃO LIVRE DOS BEÓCIOS.
10 empregos ruins PARA PERMITIR A CONCETRAÇÃO DE RIQUEZAS DA CASTA.
11. Violência galopante NÃO SE RECOLVE ENQUANTO A NAÇÃO NÃO TIVER ORDEM.
12. Crime organizado poderosíssimo. A COMEÇAR PELA POLÍTICA E PELOS MEIOS JURISTOCRATAS HIPÓCRITAS.
P finalizar: Collor ainda na política (O STF O INOCENTOU), Lula voltando a presidência (DIREITO A SER DECIDIDO), deputado q ofende todo mundo ja já volta p cargo (A MESMA LBERDADE DE EXPRESSÃO QUE OS IDIOPATAS EXERCITAM); rachadinha do filho do presidente nao levada a sério (ESTÃO SENDO OBJETO DE APURAÇÃO);
Negacionismo científico (O BRASIL NÃO ESTÁ VACINANDO???).
Conclusão. Já q o Brasil virou stranger things (de cabeça p baixo) passei a concordar com tudo q o conjur escreve. Obrigado conjur. Antes eu era cego. Agora vejo. Amém.
DIAGNÓSTICO: PROCURA OUTRA IGREJA PARA OS MILAGRES DA VISÃO, OU FAZ TRANSPLANTE DE CÉREBRO.
kkkkk achou que eu iria me dar o trabalho de responder aos seus comentários? até deu vontade, mas fiquei com medo das coisas que vc escreveu. vai que isso pega.
Senhores não tenho dúvidas, baseado na história de que os EUA tem poder e influência sobre os países e regiões que lhe interessam, é também triste pensar que uma empresa estratégica como a Petrobras possa ser usada para fins escusos e depois ter sua ingerência exposta para o mercado internacional, mas negar a existência de corrupção no Brasil, tanto na gestão pública quanto na privada é no mínimo ingênuo, as falhas jurídicas da lava jato se comparam a incapacidade de outras comissões e promotorias em colocar políticos e empresários corruptos na cadeia. Não há como antagonizar Lula e Moro, e nem resumir o trabalho de tantos profissionais bem como todos os esquemas de corrupção da máquina pública a dois entes do jogo. Porém tornar tudo fantasioso e conspiratória será igualmente leviano.
Não cansa de dizer besteiras...
Bom, democraticamente, o senhor tem esse direito, inclusive de idolatrar o Moro e o Dalagnol.
Soldadinho, não idolatro ninguém, mas admiro quem enfrente os corruptos poderosos, colocando até mesmo a integridade física em risco, para aplicar a lei e fazer justiça.
Quem deve ter ídolo (e corruPTo de estimação) é você, soldadinho.
P.S . Se vai sair por aí escrevendo que os outros dizem "besteiras", o mínimo que deveria fazer seria apontá-las e justificar sua afirmação, soldadinho.
Como perguntar não ofende, uma vez que perguntas são fruto da curiosidade humana vão aqui algumas perguntas:
- Qual a origem da matéria publicada no "Le Monde"?
- Quanto custou tal publicação?
- Será que os autores da matéria não contavam com o fato de que, depois de apanhar muito lendo matérias que no final eram "fakes", os leitores brasileiros deixaram de acreditar em tudo que é publicado antes de uma detalhada investigação sobre o que é dito?
Narrativas de um "jornal que não apresenta fatos"excelente resposta bacharel
Eu realmente não sei quem tem mais delírio, se o jornal ou este site. Um site que não questiona nada , não é sério. De onde vem esta estória (com
“E” mesmo) exdrúxula e conspiratória? De onde este jornal tira tudo isso e vcs aqui acreditam por conveniência? Pelo amor de Deus! Este deveria ser um site sério.
Da realidade, meu querido. Só n enxerga quem n quer! Cinismo?
Oi fico impressionada ao ver advogados que nao compreenderam a gravidade de erros que a operação Lava-jato fez.. o mundo entendeu e o brasileiro ainda não!??
Um atropelamento do Princípio do Devido Processo Legal, Contraditório, Dignidade da Pessoa Humana.. não apenas no processo do ex presidente Lula, mas de outros acusados.
Se a lava-jato recuperou 4 bilhões (e queriam parte do dinheiro em um fundo da própria lava-jato), trouxe prejuízos em fuga de investimentos, desemprego, falta de credibilidade de mais de 144 bilhões, segundo estudos. Um verdadeiro e mais famoso caso de Lawfare no mundo.
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