MPF que saber se delegado não teve apoio da PF

Os procuradores Rodrigo de Grandis e Anamara Osório Silva, do Ministério Público Federal, pediram a abertura de procedimento administrativo de controle externo para apurar as reclamações do delegado da Polícia Federal Protógenes Queiroz. O delegado, que respondia pela Operação Satiagraha, queixou-se formalmente ao MPF sobre impedimentos sofridos durante a investigação.

Protógenes entregou ao MPF, na quinta-feira (17/7), uma representação em que alega ter sido afastado das investigações. Ele também reclama de falta de recursos humanos e materiais para a condução da investigação.

Em gravação divulgada pela PF, em reunião que discutia a sua saída, Protógenes reconhece que errou na operação. O delegado também agradece a apoio do diretor-geral da PF, Luis Fernando Corrêa. “Ele era sabedor dessa operação e correu tudo bem”, afirmou o delegado.

A representação foi distribuída ao procurador Roberto Antonio Dassié Diana, coordenador do grupo de controle externo do MPF-SP.

No início da semana, o delegado Roberto Troncon, diretor de Combate ao Crime Organizado da PF, se comprometeu a entregar ao MPF a íntegra da gravação feita na reunião. A gravação será um dos elementos que poderão ser usados para instruir a apuração.

olhovivo disse:
18 de julho de 2008 às 18:40

E o caso dos abusos contra o dentista fica para as calendas. Os vazamentos também. Idem o grampo nos advogados. Idem...

HERMAN disse:
18 de julho de 2008 às 21:04

Pesquisei e não encontrei Lei nenhuma que fizesse menção a existência de um "coordenador do grupo de controle externo do MPF-SP". Parece-me mais uma do MPF tentando legislar, entretanto, encontrei vários trechos legislativos dando conta que é dever do MPF garantir os direitos fundamentais da sociedade, inclusive do DENTISTA!

Armando do Prado disse:
18 de julho de 2008 às 23:42

Ô "olhomorto", leve o dentista para sua casa, pois parece que v. deveras ficou muito sensibilizado com ele, não?

Comentarista disse:
19 de julho de 2008 às 05:25

zzzzzz

Reinhardt disse:
19 de julho de 2008 às 09:28

Essa estória está ficando cansativa. Todos tiveram seu quarto de hora nos orgãos de divulgação . O relatório, após quatro anosde escuta, é pífio . O estiloso delegado , com sua camiseta sob o paleto (Miami Vice style) , já disse o que queria , reconheceu erros , afirmou ser disciplinado , falou "como cidadão", se auto-proclamou "reserva moral" do Brasil. Em suma : deu seu espetaculo pessoal . Agora , vamos ver as provas colhidas nesses 4 anos de labuta auditiva. Os Fouquiers-Tainville paulistas , ao invés de xeretearem a administração policial, devem cumprir seus deveres preparando uma denuncia apta a evitar absolvições.Ou será que estão querendo , desde já , preparar alibis para o parto da montanha que se avizinha? Vamos ao trabalho ,fiscais!

Anaximandro disse:
19 de julho de 2008 às 10:05

É, vamos esquecer essa estória toda.

Em especial os bilhões de reais mandados para o exterior pela "sociedade legalmente estabelecida na conformidade das leis do país" (Nélio Machado). Dinheiro esse oriundo principalmente de fundos de pensão e estatais privatizadas...

Graças a Deus posso me dar o luxo de rir dessa tirada magnífica do advogado, porque não passo fome.

olhovivo disse:
19 de julho de 2008 às 10:20

As macacas de auditório da PF têm o sagrado direito de aplaudi-la, derreterem-se por ela, dar-lhe beijinhos e "otras cositas más". Ainda bem. A CF garante. Então... AVANTE CF!

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