Deputados do PSOL entraram com representação na Corregedoria do Tribunal Regional Federal da 3ª Região contra o juiz Ali Mazloum, da 7ª Vara Federal Criminal de São Paulo, que cuida do inquérito aberto para investigar o delegado Protógenes Queiroz. Os parlamentares pedem que os desembargadores investiguem a conduta do juiz neste processo. Suspeitam de quebra de sigilo, pelo fato de Ali Mazloum ter enviado dados do inquérito contra Protógenes à CPI Das Escutas.
Na primeira semana de março, depois de receber o aval do Ministério Público Federal, Ali Mazloum afastou o sigilo que recaia sobre o inquérito que investiga as ilegalidades cometidas na Operação Satiagraha. Em seguida, enviou cópias do processo para o presidente da CPI, deputado Marcelo Itagiba (PMDB-RJ).
O juiz alegou que o segredo não atendia os ditames legais e não estava servindo para resguardar as investigações. De acordo com Ali Mazloum, o sigilo estaria servindo para o vazamento seletivo de informações. Em sua decisão, o juiz, no entanto, manteve o sigilo dos arquivos do material encontrado em poder do delegado Protógenes e de agentes da Abin, como o pen drive com informações divulgadas pela revista Veja.
Na representação ao TRF-3, o PSOL afirma que ao enviar os dados ao deputado Itagiba, Mazloum enviou também documentos sigilosos da Operação Satiagraha, que estão sob o comando do juiz Fausto Martin De Sanctis, da 6ª Vara Federal Criminal de São Paulo, protegidos por segredo de Justiça. Por duas vezes, De Sanctis negou o compartilhamento de informações com a CPI.
Com base nessa suspeita, os deputados acusam o juiz de quebra de sigilo e invasão de competência.
Diante dessas dúvidas, os parlamentares pedem que a Corregedoria do Tribunal Regional Federal da 3ª Região investigue a conduta do juiz Ali Mazloum e possíveis irregularidades cometidas.
Clique aqui para ler a representação do PSOL.

PSOL, você é um partido demagogo. Fazia parte do PT há anos e só saiu quando estourou o escândalo do mensalão e dos financiamentos por fora ao partido. Apesar dos longos anos de PT, "não sabiam". Pularam fora apenas quando a sacanagem tornou-se pública. Ora, por que não te calas?
Não é esse o partido que quer lançar o Protógenes, Tiradentes pós-moderno, a deputado federal? Huuummm...
É de se estranhar esta perseguição ao juiz Mazlom. Está mais do que claro que o delegado Protogenes cometeu muitas irregularidades. Está tambem claro que ele está se aproveitando destes fatos para tentar alavancar sua candidatura a algum cargo. O estranho é o PSOL, um partido que eu julgava ser sério, estar participando desta palhaçada. Será que o delegado tem alguma gravação (ilegal claro) de algum deputado deste partido que não pode vir a tona?
Até tu Heloísa Helena que verte lágrimas (serão de crocodila?)quando vê a pátria amada atingida pelos descumpridores de seus deveres e da lei???
Quer agora,Heloísa, lançar o Protó, como político pelo PSOL? Putz!!!
Prá dar um plus na campanha do Protó (já bem conhecido nos meandros da arapongagem e outros delitos mais)investe com o magistrado Ali, aliás, irmão dooutro juiz Casem (decidiu contra os interesses del gobierno), recentemente vitorioso contra investida do MPF e J Federal. Coincidência ? No lo puedo creer!
É uma vergonha deputados como ANTÔNIO CARLOS BISCAIA, DOMINGOS FRANCISCO DUTRA FILHO, FRANCISCO RODRIGUES DE ALENCAR FILHO e IVAN VALENTE, com aval de HELOISA HELENA estarem à frente de uma manobra eleitoreira do mais baixo nivel, enquanto escândalos entre os seus pares são engavetados. E contra estes escândalos nunca se ouviu falar nos nomes dos companheiros acima. O PSOL é uma envergonha. Um tiro que vai sair pela culatra, com certeza.
justíssimo. Pau que bate em chico, bate em francisco.
O PSOl está ideologizando e partidarizando assuntos que dizem respeito ao Judiciário. Percebe-se que o partido tenta proteger o delegado Protógenes, mas, deve atentar para o fato de que o Judiciário não entra em jogo político, deve manter-se técnicamente.
Já pensou o PSOL no poder. O lema será: aos amigos tudo, aos inimigos a lei automanipulada. Isso é possível entrever no caso em questão. O Protó vazou a torto e a direito e querem-no no partidinho. O juiz decidiu abrir o sigilo, de acordo com seu livre convencimento, e o partidinho quer vê-lo punido. Que caras de pau!
Faz bem o partido em exigir a correição. Ou os donos da verdade já sabem tudo?
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